terça-feira, 14 de outubro de 2014

Á ti, minha bela águia distante




Neste vinte de junho do ano de 2012, viestes à mim,

Chegastes de forma tão surpreendente, inesperada. 
Bela e forte águia, que voando internacionalmente,
Em meu coração fez seu ninho, aconchego, paixão, 
Pousando de mansinho, me cativando, fez morada.

Depois das chuvas, o sol brilha a lançar os seus raios 
Me aquecem com a diáfana luz a espraiar doce magia.
Vejo as estrelas, as luzes, as cores e pássaros cantores,
A canção do vento a murmurar mensagens de alegria. 
Meu coração feliz, em festa, agradece a paz, harmonia.

O deserto desta vida, deixa a alma sedenta, sofrida.
No oásis buscamos matar a sede, solidão, saudades.
Sonhos, quimeras, são energias que nas primaveras
Nos chegam com o frescor das manhãs e nos invade
Ondas de amor, brisa marinha, terno carinho, luar.

Roseleide Santana de Farias
-21/06/2012-

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